sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Enfisema Pulmonar


A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um problema de saúde pública prevalente que acomete aproximadamente 15% da população acima dos 40 anos, sendo a quarta causa de morte entre todas as doenças.


A DPOC compreende a presença dos componentes de bronquite crônica e de enfisema. Ao paciente com DPOC e predomínio de enfisema, restam poucas terapêuticas médicas quando a doença é diagnóstica em fase avançada, sendo a reabilitação pulmonar ainda o recurso melhor estabelecido para o tratamento desses pacientes.


Tratamento: O acompanhamento por até 24 meses incluiu exames de imagem, provas de função pulmonar, questionários de qualidade de vida, gasometria arterial e avaliações broncoscópicas.

Síndrome de Choque Hemorrágico e Encefalopatia


O Síndrome de Choque Hemorrágico e Encefalopatia (SCHE) é uma
condição catastrófica, de início agudo, de carácter multissistémico, cuja etiopatogénese
é provavelmente multifactorial.


O SCHE assenta em critérios diagnósticos definidos, com um
espectro clinico e laboratorial amplo.


Factores prognósticos prováveis apontam para o SNC como orgão-alvo com
morbilidade e mortalidade severas.


Consta de um síndrome caracterizado por uma encefalopatia aguda precoce e grave, associada a choque, diarreia aquosa, coagulação intravascular disseminada (CID), com disfunção hepática e renal.


Seu tratamento é agressivo e imediato

Anemia de Doença Crônica


Anemia de Doença Crônica (ADC) é usualmente definida como a anemia que ocorre em distúrbios infecciosos crônicos, inflamatórios ou doenças neoplásicas, e é uma das síndromes clínicas mais comuns na prática clínica.


Caracteristicamente, ADC corresponde à anemia normocrômica/normocítica, leve a moderada, e caracteriza-se por hipoferremia na presença de estoques adequados de ferro.


Os três principais mecanismos patológicos envolvidos na ADC são: diminuição da sobrevida da hemácia, falha da medula óssea em aumentar a produção de glóbulos vermelhos para compensar o aumento da sua demanda, e distúrbio da mobilização do ferro de depósito do sistema mononuclear fagocitário. O papel central dos monócitos e dos macrófagos e o aumento da produção de citocinas mediadoras da resposta imune ou inflamatória, tais como: TNF a, INF g e IL-1 estão implicados nos três processos envolvidos no desenvolvimento da ADC.
ADC é a causa mais freqüente de anemia em pacientes hospitalizados (9), particularmente quando se analisa pacientes com idade superior a 65 anos, e a segunda causa mais freqüente de anemia, após a anemia por deficiência de ferro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009




Classificação prognóstica das neoplasia em benignas ou malignas conforme a macroscopia. À direita vemos uma neoplasia benigna (fibroma em útero), em que se nota aumento de volume do órgão como um todo (crescimento expansivo), sem alteração de superfície; a coloração está meio alterada (mais esbranquiçada, em decorrência do acúmulo de fibras colágenas). À esquerda vemos um carcinoma em fígado, uma neoplasia maligna. Olhe como é irregular a distribuição do tecido neoplásico (mapeamento), parecendo infiltrar-se no tecido hepático (crescimento infiltrativo e expansivo). A superfície é mais rugosa e também há alteração de cor.


CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS MACROSCÓPICAS


Critérios Neoplasias benignas Neoplasias malignas
velocidade de crescimento lenta rápida
forma de crescimento expansiva expansiva e infiltrativa
crescimento a distância (metastáses) ausente presente

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Oncogenes

São genes responsáveis pelo surgimento de tumores tanto malignos como benignos; esses tumores surgem após sofrerem um erro genético durante a replicação do DNA, ou seja, uma mutação genética somática, onde os proto-oncogenes tornam-se oncogenes, lembrando que são os genes responsáveis pelo controle da divisão celular, a mitose, e da tradução das proteínas.
Os principais oncogenes estão relacionados com o surgimento do câncer de mama.



Diferenciando Tumor Benigno de Tumor Maligno.



Além das diferenças apresentadas no quadro, tem a capacidade dos tumores malignos de invadirem outros tecidos, fazendo metástase, e possuírem crescimento tumoral veloz.
A seguir, são mostradas figuras diferenciando os tumores.

Diferenciando Tumor Benigno de Tumor Maligno em relação ao Tamanho